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Carrefour pode deixar Bolsa; XP prevê alta no mercado farmacêutico

Por Redação
Carrefour pode deixar Bolsa; XP prevê alta no mercado farmacêutico
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O mercado financeiro apresenta diversas movimentações relevantes neste início de 2025. Uma das principais notícias envolve o Carrefour Brasil, que anunciou a possibilidade de deslistar suas ações da bolsa. A oferta aos acionistas minoritários inclui um pagamento de R$ 7,7 por ação ou uma combinação de dinheiro e ações da Carrefour França. A transação deve ser finalizada até o segundo trimestre, com um novo preço-alvo de R$ 7,70 por ação até o final do ano.

Em outro destaque, o mercado farmacêutico se mostra promissor. Com cerca de 2,5 bilhões de adultos com sobrepeso ou obesidade, um número projetado para alcançar 3,3 bilhões até 2035, a demanda por medicamentos para obesidade e diabetes impulsiona o setor. A expectativa é que este mercado ultrapasse US$ 80 bilhões até 2028.

A expiração da patente do Ozempic, em julho de 2026, também gera expectativas. Analistas do Research XP acreditam que novas empresas entrarão no mercado, oferecendo opções mais acessíveis e aumentando a concorrência.

"A expiração da patente do Ozempic... deve abrir espaço para novas empresas e alternativas mais acessíveis." concluiu a equipe de análise da XP Investimentos.

A pesquisa da XP com assessores financeiros indica um aumento no apetite por risco dos investidores, embora a renda fixa continue sendo a preferência. 20% dos assessores relatam aumento na exposição à renda variável por parte de seus clientes, um crescimento de 2 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior.

A inflação, medida pelo IPCA, registrou 0,16% em janeiro. Apesar da desaceleração, especialistas alertam para a persistência de fundamentos altistas, mantendo a inflação como preocupação para 2025, considerando o mercado de trabalho aquecido.

No setor de varejo, o aumento nas compras de argentinos no Brasil tem gerado impacto positivo, embora ainda incerto para as empresas. A TIM também se destacou, reportando aumento de dividendos, reforçando a recomendação de compra com preço-alvo de R$ 21 por ação até o final de 2025.

Na esfera ESG, uma reunião com investidores institucionais discutiu temas como o sentimento em relação à agenda ESG e os potenciais impactos da eleição de Donald Trump. As oportunidades de investimento em fevereiro apontam para a renda fixa, especialmente em títulos atrelados à inflação, e ações fora do S&P 500, em setores que podem se beneficiar de mudanças regulatórias.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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