Walter Salles, renomado diretor de filmes como 'Diários de Motocicleta', esteve envolvido em polêmicas doações políticas nos últimos anos.
Em 2022, Salles e seu irmão, João, contribuíram com R$ 2,2 milhões para campanhas de candidatos que apoiaram Lula nas eleições presidenciais. Entre os beneficiados, estavam candidatos ao governo do Acre (Tião Viana, PT) e do Rio de Janeiro (Marcelo Freixo, PSB), além de outros concorrendo a cadeiras na Câmara e no Senado.
As doações abrangeram diversos partidos da esquerda, incluindo PT, PSB, PSOL, Rede, PC do B e PSD. Ao todo, 22 candidatos receberam recursos da dupla.
Em 2024, as doações diminuíram, totalizando R$ 720 mil, direcionados a candidatos de PT, PSB, Rede, PSOL e PDT.
"Diários de Motocicleta" enaltece a figura de Che Guevara, apresentando-o como um médico idealista, sem abordar sua participação na implantação da ditadura cubana.Walter Salles, diretor.
Vale ressaltar que o regime cubano, vigente há 66 anos, é marcado por perseguições e assassinatos de opositores.
Os irmãos Salles são sócios do Itaú Unibanco, instituição financeira que apresentou o maior lucro entre os três maiores bancos privados do país em 2024, superando Bradesco e Santander.
A atuação política da família Salles levanta questões sobre a relação entre o setor financeiro e a política, especialmente considerando os valores destinados a partidos de esquerda.
O contexto da notícia evidencia a influência financeira em eleições brasileiras e a relação entre o cinema e a política no país.
*Reportagem produzida com auxílio de IA






