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Zelensky apela por cumprimento de promessas de armas

Por Redação
Zelensky apela por cumprimento de promessas de armas
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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, fez um apelo aos aliados ocidentais no último domingo (12 de janeiro de 2025), solicitando o cumprimento imediato de todas as promessas de fornecimento de armas para a Ucrânia.

Segundo Zelensky, a ofensiva russa da semana passada envolveu centenas de ataques, com o uso de aproximadamente 700 bombas aéreas e mais de 600 drones.

As defesas aéreas ucranianas conseguiram abater 60 dos 94 drones lançados durante a noite, de acordo com informações divulgadas pela Força Aérea ucraniana. Os outros 34 drones, segundo o relatório, foram perdidos. Uma referência ao uso de guerra eletrônica por parte da Ucrânia para desviar os drones russos.

"Toda semana, a guerra russa continua apenas porque o Exército russo mantém sua capacidade de aterrorizar a Ucrânia e explorar sua superioridade no céu." concluiu Zelensky, em publicação no Telegram.

Zelensky destacou a importância da entrega dos sistemas de defesa aérea prometidos, alegando que as decisões tomadas na cúpula da OTAN em Washington, bem como as acordadas durante as reuniões de Ramstein, ainda não foram totalmente implementadas.

"As decisões tomadas na cúpula da Otan em Washington, bem como as adotadas durante as reuniões de Ramstein em relação às defesas aéreas para a Ucrânia, ainda não foram totalmente implementadas." disse Zelensky.

Além disso, Zelensky revelou ter discutido com parceiros e os Estados Unidos a possibilidade da Ucrânia obter licenças para produzir seus próprios sistemas de defesa aérea e mísseis. A busca por soluções independentes demonstra a crescente preocupação com a lentidão na entrega de armas pelos aliados.

A situação na Ucrânia permanece crítica, com a população civil sofrendo intensamente os efeitos da guerra. A falta de equipamentos de defesa aérea aumenta a vulnerabilidade do país frente aos ataques aéreos russos.

A demora na entrega de armas prometidas levanta preocupações sobre a eficácia da ajuda internacional e a capacidade da Ucrânia de se defender contra a agressão russa. A situação exige uma resposta decisiva por parte dos aliados ocidentais.

A OTAN, os Estados Unidos e a Rússia são atores centrais neste conflito. O papel de cada um deles é crucial para a evolução da situação geopolítica na região.

O presidente Lula e o ex-presidente Bolsonaro possuem posições distintas sobre o conflito, impactando a percepção da crise no Brasil.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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