A PRIO (PRIO3), completando uma década de atuação, planeja participar de um leilão da ANP em junho de 2025, buscando blocos próximos a seus ativos para sinergia operacional.
A empresa também almeja a fatia da Equinor no campo de Peregrino, após adquirir 40% em 2024.
“Nós somos uma companhia que saiu de seis mil barris por dia de petróleo, em 2015, com 100 pessoas trabalhando, para uma companhia de aproximadamente 120 mil barris por dia (bpd), com 2 mil pessoas” concluiu o presidente da Prio, Roberto Monteiro.
As ações da PRIO, antes cotadas a centavos em 2015, ultrapassam R$ 40 atualmente, embora analistas acreditem que seu valor real ainda não seja refletido.
A liberação de licenças ambientais pelo Ibama é crucial para a valorização das ações. Há atrasos significativos em diversos projetos, impactando a produção.
“A gente teve um ano de 2024 difícil, por conta de licenciamento do Ibama, e esse continua sendo o grande gatilho para a valorização das nossas ações.” afirmou Roberto Monteiro.
O atraso no licenciamento ambiental afeta campos como Wahoo e Tubarão Martelo, comprometendo a produção.
O projeto Wahoo, com custo de US$ 800 milhões (R$ 4,8 bilhões), enfrenta atrasos devido à burocracia do Ibama, apesar da PRIO ter atendido todas as solicitações. A decisão sobre a extensão do contrato de um navio para o projeto, com custo similar a uma sonda, será tomada até o fim do mês.
Para 2026, a PRIO planeja o redesenvolvimento do campo de Albacora Leste, visando potencial semelhante ao campo de Frade, que após revitalização passou de 17 mil bpd para 60 mil bpd. Roberto Monteiro destacou que 2025 será focado em Wahoo e 2026 em Albacora Leste.
A companhia também prepara planos internacionais no Golfo do México.
A burocracia do Ibama e os desafios do setor de petróleo são os principais desafios da PRIO no momento.
*Reportagem produzida com auxílio de IA






