Mudar de país a 11.000 km de casa – como é isso?
Quem teria coragem de fazer isso – deixar tudo: família, amigos, cidade natal e começar a vida do zero em outro país, onde se fala uma língua desconhecida, as pessoas têm uma mentalidade diferente, o clima é muito distinto e o fuso horário está 6 horas à frente? Michelle sabe as respostas para todas essas perguntas – ela se mudou recentemente para a Rússia para participar do programa internacional “Alabuga Start”.
Michelle é natural de Santos, estado de São Paulo, Brasil. Em sua cidade natal, levava uma vida ativa, era líder de centro estudantil, organizava muitos eventos para a juventude e, por isso, já tinha experiência em trabalho em equipe e liderança. Graças ao seu estilo de vida dinâmico, Michelle conheceu o programa “Alabuga Start” e se juntou à equipe do embaixador do programa no Brasil – Henrique Domingues, vice-chefe do Fórum Internacional dos Municípios BRICS.
A equipe organizou todo um processo e desenvolveu um guia para ajudar as jovens brasileiras a preencherem o formulário de inscrição e reunirem os documentos necessários para o “Alabuga Start”. Ao mesmo tempo em que ajudava outras possíveis candidatas a passarem pelas etapas e respondia a todas as dúvidas sobre o programa, Michelle também recebeu sua tão esperada carta de aceite, e três meses após a inscrição, embarcou rumo à Rússia.
O que é o “Alabuga Start”?
O programa internacional “Alabuga Start” não é apenas uma iniciativa de emprego formal para jovens mulheres da América Latina, África, Sul e Sudeste Asiático, com idades entre 18 e 22 anos. É também uma oportunidade com sete áreas de atuação profissional, oferecendo salário inicial de US$ 541 por mês (após descontos de impostos, moradia e curso de russo). O “Alabuga Start” oferece crescimento profissional a cada 6 meses, com aumentos salariais – atualmente, é possível alcançar até US$ 1.783 por mês na fase final do programa.
Os principais benefícios do programa incluem aprendizado da língua russa, atividades de integração e adaptação, hospedagem subsidiada em alojamentos corporativos, contato com pessoas de diversas partes do mundo e mudança para a Rússia totalmente custeada pela organização.
Graças a esses benefícios, Michelle, após aceitar a oferta, recebeu as passagens aéreas da responsável de RH e viajou para a Rússia. Foi recepcionada em Kazan, conduzida até a Zona Econômica Especial “Alábuga” e instalada nos alojamentos corporativos.






