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Mercados Globais: EUA e China Amenizam Tensão Comercial!

Por Redação
Mercados Globais: EUA e China Amenizam Tensão Comercial!
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Os mercados globais iniciam o dia com atenção voltada para os desdobramentos das negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Paralelamente, investidores analisam dados econômicos cruciais e decisões de política monetária que podem impactar o cenário financeiro.

Na China, o banco central sinalizou que ajustará o ritmo da política monetária conforme as condições econômicas internas e externas. Este anúncio ocorre em um momento de preocupação com a queda de 9,1% nos lucros industriais chineses, o pior resultado desde outubro de 2023. Em resposta, as bolsas asiáticas fecharam sem direção única, com o índice japonês Nikkei atingindo a máxima em seis meses.

Enquanto isso, nos Estados Unidos, os índices futuros operam em alta, com investidores aguardando a divulgação do índice de preços de despesas de consumo pessoal (PCE), um indicador chave para o Federal Reserve na avaliação da inflação. O presidente Donald Trump afirmou que os EUA e a China assinaram um acordo comercial, o que, segundo reportagens, envolve uma trégua tarifária e foco em terras raras e tecnologia.

Na Europa, os mercados também operam em alta, impulsionados pela sinalização da Casa Branca de que o prazo para a imposição de tarifas específicas por país pode ser estendido. O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, expressou confiança de que a instituição está no caminho certo para atingir sua meta de inflação de 2%. Em Bruxelas, líderes da União Europeia discutiram novas propostas dos EUA para um acordo comercial, com divergências sobre a rapidez e os termos do acordo.

No Brasil, o Ibovespa futuro abriu em alta de 0,18%, cotado aos 139.505 pontos. A taxa de desemprego no trimestre até maio ficou em 6,2%, abaixo da expectativa de 6,4%. Os investidores acompanham de perto as falas do ministro da Fazenda e do diretor de Política Econômica do Banco Central, além da divulgação de dados sobre a dívida pública.

O mercado também repercute a aprovação pela Taesa (TAEE11) da emissão de R$800 milhões em debêntures e o encerramento antecipado do programa de recompra de ações da Cury (CURY3).

Neel Kashkari, presidente do Federal Reserve de Mineápolis, comentou sobre a política de juros e o impacto das tarifas.

"Continuo esperando dois cortes de taxas em 2025, com possibilidade do primeiro corte em setembro." Neel Kashkari.
"Se houver corte em setembro e as tarifas fizerem efeito depois disso, podemos segurar as taxas." Neel Kashkari.

Em Moscou, a embaixadora dos EUA na Rússia, Lynne Tracy, está deixando o país em um momento de tensas relações entre os dois governos.

Os preços do petróleo sobem, enquanto os do minério de ferro também registram alta, impulsionados pela queda nos estoques de minério e aço na China.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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