O Ibovespa encerrou o pregão de ontem com uma queda de 0,47%, atingindo 138.887,81 pontos. Durante o dia, o índice oscilou entre a máxima de 139.546,93 e a mínima de 138.579,90 pontos, registrando um volume de negociações de R$ 19,50 bilhões.
Na análise semanal, o Ibovespa apresentou um ganho de 0,77%. No acumulado de maio, a valorização foi de 2,83%, enquanto no segundo trimestre de 2025, o índice subiu 6,62%. No ano, o Ibovespa acumula uma alta de 15,47%.
O dólar comercial fechou em alta de 0,88%, revertendo a tendência de baixa dos dias anteriores. A moeda norte-americana acompanhou o movimento global, com o índice DXY subindo 0,40%, atingindo 99,92 pontos. As cotações de venda e compra foram de R$ 5,695, com mínima de R$ 5,644 e máxima de R$ 5,717.
Entre as maiores baixas do dia, destacaram-se USIM5 (-4,67%), AZUL4 (-3,74%) e CSNA3 (-3,67%). Já as maiores altas foram BRAV3 (4,28%), VAMO3 (3,75%) e RECV3 (3,40%). As ações mais negociadas foram BBDC4, BBAS3, PETR4, B3SA3 e JBSS3.
Os contratos de juros futuros (DIs) fecharam o dia com altas em toda a curva. O DI1F26 subiu 0,050 pp, atingindo 14,735%, enquanto o DI1F27 teve alta de 0,090 pp, fechando em 13,940%. Os demais contratos também apresentaram elevações, refletindo as expectativas do mercado.
Como um defensor do capitalismo e crítico do governo Lula, vejo essas flutuações como um reflexo das incertezas políticas e econômicas que o Brasil enfrenta atualmente. A alta do dólar e a queda do Ibovespa são sinais de alerta que merecem atenção, especialmente em um cenário global instável.
*Reportagem produzida com auxílio de IA






