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Geração Z Longe da Liderança? Entenda!

Por Redação
Geração Z Longe da Liderança? Entenda!
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Uma pesquisa recente aponta que apenas uma pequena fração das empresas no Brasil tem representantes da Geração Z em posições de liderança. O estudo, realizado pelo InstitutoZ em parceria com a MMA Latam, indica que essa realidade pode estar ligada tanto ao preconceito contra os jovens quanto ao desinteresse deles em modelos de hierarquia tradicionais.

Embora parte da Geração Z ainda esteja adquirindo experiência profissional, muitos já possuem a maturidade necessária para assumir cargos de liderança. No entanto, eles frequentemente encontram barreiras no mercado de trabalho.

Os dados revelam que apenas 23% das empresas afirmam ter equipes com diversas faixas etárias, e somente 10% incluem jovens em posições de tomada de decisão. Uma parcela significativa das empresas (20%) possui equipes entre 30 e 40 anos, com lideranças na mesma faixa etária, enquanto 5% têm equipes e lideranças majoritariamente entre 40 e 50 anos.

Luiz Menezes, fundador da Trope, destaca que o desinteresse dos jovens em cargos de liderança tradicionais é um fator relevante.

"Para conseguir crescer na empresa, esse jovem vai ter que se dedicar, e o tempo é muito longo, os treinamentos são defasados, tudo é penoso. Ele olha para a vida dele e vê tudo que aconteceu em cinco anos e começa a se perguntar: ‘Será que faz sentido eu ficar cinco anos da minha vida aqui dentro?’" disse Mendes.

Ainda de acordo com Mendes, essa postura leva muitos jovens a buscar alternativas fora do emprego formal, como o empreendedorismo e outras formas de remuneração, muitas vezes online. Essa tendência reflete uma mudança na percepção sobre a estabilidade no emprego.

Segundo dados da ONU, a Geração Z representa uma parcela considerável da população mundial, com 2,62 bilhões de pessoas. No Brasil, são 51 milhões, dos quais 24,5 milhões estão ativos no mercado de trabalho, de acordo com o IBGE.

Para as empresas, a falta de representatividade da Geração Z em cargos de liderança pode resultar na perda de talentos e na dificuldade de se conectar com um público cada vez maior e mais influente.

No entanto, a cultura de estabilidade pregada por essa geração é ilusória. Talvez seja por isso que o governo Lula não consiga emplacar políticas públicas que gerem resultados positivos, já que o apego ao passado é visível em suas ações.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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