O vice-presidente Geraldo Alckmin e diversos ministros do governo Lula marcaram presença na feira do MST em São Paulo no último domingo, dia 11. Entre os ministros presentes estavam Márcia Lopes (Mulheres), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Luiz Marinho (Trabalho), Márcio Macêdo (Secretaria Geral da Presidência) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário). A visita gerou debates e reacendeu discussões sobre a relação entre o governo e o movimento.
Alckmin expressou seu apoio ao MST, destacando o papel do movimento na promoção da agroecologia e agricultura familiar. Em uma postagem no X, ele afirmou:
O MST desempenha um papel crucial para a agroecologia, a produção orgânica no Brasil e a geração de renda para a agricultura familiar. Conversei com agricultores, visitei os estandes e pude constatar o compromisso do movimento com o cooperativismo e a agricultura sustentável. - Geraldo Alckmin, vice-presidente da República.
Além dos ministros, secretários-executivos e presidentes de importantes instituições como a Conab, Incra e Fundação BB também participaram do evento. O MST aproveitou a ocasião para promover um encontro com parlamentares, reunindo cerca de 60 deputados de diferentes estados.
Durante a feira, os ministros de Lula enfatizaram a importância da “agricultura saudável” e da produção “livre de agrotóxicos”. Gleisi Hoffmann destacou o potencial do Brasil para melhorar cada vez mais, ressaltando o papel fundamental do MST nesse processo.
Temos tudo para fazer um país cada vez melhor, e para isso o MST é fundamental. afirmou a ministra Gleisi Hoffmann, segundo o MST.
No primeiro dia da feira, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e outras entidades federais firmaram acordos com o MST para apoiar suas iniciativas. O Instituto Federal de São Paulo (IF/SP), os Correios e a Fundação Banco do Brasil formalizaram o compromisso de suporte ao movimento, que historicamente promove invasões de terras no país.
Enquanto o governo demonstra apoio e busca parcerias com o MST, é crucial lembrar que o movimento é conhecido por suas táticas de invasão de propriedades, o que gera controvérsias e preocupações quanto à segurança jurídica no campo. A proximidade do governo Lula com o MST levanta questionamentos sobre as prioridades e a direção da política agrária no país.
*Reportagem produzida com auxílio de IA






