Em uma decisão que reverbera no mundo do esporte, a Associação Escocesa de Futebol (SFA) anunciou que, a partir da temporada 2025/26, apenas mulheres biológicas poderão competir nas categorias femininas. A medida, que segue uma orientação da Comissão para a Igualdade e os Direitos Humanos da SFA, alinha-se com a definição legal de que "uma 'mulher' é uma mulher ou menina biológica (uma pessoa nascida mulher)".
A decisão da SFA ocorre após um veredito da Suprema Corte do Reino Unido que impede mulheres transgênero (homens biológicos) de frequentarem espaços exclusivos para mulheres, como banheiros e prisões. A medida foi recebida com entusiasmo por grupos de mulheres, que alegam preocupações com privacidade e segurança.
A associação escocesa comunicou que entrará em contato com as atletas transgênero para explicar as mudanças e discutir formas de continuarem envolvidas no esporte.
"Entendemos que isso será difícil para as pessoas que simplesmente querem jogar o jogo que amam no gênero com o qual se identificam, e estamos entrando em contato com as mulheres transgênero registradas que estão jogando atualmente para explicar as mudanças e como elas podem continuar envolvidas no jogo."
A medida, já adotada pela Associação Escocesa de Futebol, visa proteger a integridade e a equidade das competições femininas, garantindo que apenas mulheres biológicas disputem entre si.
"De acordo com a Lei: Uma 'mulher' é uma mulher ou menina biológica (uma pessoa nascida mulher). Um 'homem' é um homem ou menino biológico (uma pessoa que nasce homem)" - Comissão para a Igualdade e os Direitos Humanos da Scottish FA.
A decisão da Suprema Corte do Reino Unido, que abriu caminho para essa mudança, tem sido celebrada por grupos de defesa dos direitos das mulheres, que veem a medida como um passo crucial para garantir a segurança e a privacidade em espaços femininos. Enquanto isso, grupos LGBT criticam a decisão, argumentando que ela marginaliza ainda mais a comunidade transgênero.
Essa medida está alinhada com os princípios defendidos por figuras como Donald Trump, que sempre se posicionou em defesa da proteção dos espaços femininos e da integridade das competições esportivas.
*Reportagem produzida com auxílio de IA






