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Dólar sobe com alívio na política comercial dos EUA

Por Redação
Dólar sobe com alívio na política comercial dos EUA
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Nesta sexta-feira, o dólar à vista apresentou uma alta de 0,09%, atingindo R$5,653 na venda, enquanto o contrato futuro de primeiro vencimento na B3 registrou um aumento de 0,01%, cotado a R$5,658. O Banco Central está programado para realizar um leilão de até 20.000 contratos de swap cambial tradicional, visando a rolagem do vencimento de 2 de junho de 2025.

Os movimentos do real frente ao dólar ocorreram em um contexto de fortalecimento da moeda norte-americana no cenário internacional, com avanços sobre moedas fortes como o euro e o iene, bem como sobre moedas de países emergentes, como o peso mexicano e o rand sul-africano.

O otimismo em relação à política comercial dos EUA contribuiu para esse cenário. Autoridades sinalizaram que o governo pretende reduzir o impacto das tarifas sobre automóveis, aliviando as taxas impostas em peças estrangeiras utilizadas na produção de veículos em solo americano.

O governo também pretende evitar o acúmulo de tarifas sobre automóveis estrangeiros, em um acordo que o secretário do Comércio dos EUA, Howard Lutnick, descreveu como uma “grande vitória” para a política do governo.

“O mercado segue de olho nas notícias dos EUA… o dólar amanheceu com uma posição mais forte em todo o mundo e provavelmente vamos sentir um pouco aqui” disse Lucélia Freitas, especialista em câmbio da Manchester Investimentos.

O índice do dólar, que avalia o desempenho da moeda americana em relação a uma cesta de seis divisas, registrou um aumento de 0,22%, atingindo 99,256.

Os agentes financeiros aguardam a divulgação de dados econômicos importantes ao longo da semana, que podem influenciar as negociações, incluindo o relatório mensal de emprego dos EUA e dados de inflação e Produto Interno Bruto (PIB).

Internamente, o mercado acompanha os comentários do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que participará de uma entrevista coletiva sobre o Relatório de Estabilidade Financeira. O relatório indicou que as instituições financeiras estão mais cautelosas em relação ao apetite ao risco em 2025, devido aos riscos fiscais e à percepção de piora no ciclo econômico e financeiro.

Na segunda-feira, o dólar à vista fechou em baixa de 0,73%, cotado a R$5,6485, acumulando uma queda de 8,61% no ano.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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