A disputa pela moderação de conteúdo nas redes sociais se intensifica, com dois modelos distintos em confronto: as agências de checagem centralizadas e o sistema de notas da comunidade. O primeiro, adotado por grandes conglomerados midiáticos, permite a seleção de fatos a serem checados, frequentemente omitindo ou ignorando informações que poderiam prejudicar seus aliados políticos.
O modelo centralizado, utilizado pelas grandes empresas de mídia, muitas vezes se mostra tendencioso. Como podem escolher o que checam e o que deixam de checar, todas essas agências só checam inimigos políticos. Assim, a impressão de que se tem é a de que apenas um lado comete erros. observa-se um ponto de vista crítico.
Este sistema, alimentado por recursos governamentais e privados, permite que essas agências atuem como censores, removendo conteúdo considerado inconveniente para um determinado espectro político, conforme descrito por Peter J. Hasson em seu livro Os Manipuladores. No caso da Globo, por exemplo, é improvável que sua própria agência de checagem, É fato ou fake?, investigue a veracidade das informações veiculadas por seus próprios jornalistas.
Já o sistema de notas da comunidade, implementado por Elon Musk no X (antigo Twitter), se destaca pela descentralização. A segunda, um pouco menos importante, é o fato de ser um sistema descentralizado, como o Bitcoin, a Wikipedia original ou modelos de avaliação em que os próprios usuários é que dão as notas — do iFood ao Reclame Aqui, do Uber ao Trip Advisor, do Yelp ao Waze, que está dando “notas” para o trânsito das ruas pela própria média dos usuários — todos esses sistemas funcionam porque as notas vêm dos usuários, gente como você e eu. Não há uma autoridade central bilionária determinando o que é bom e o que é ruim conforme seus próprios interesses. A eficiência e a ausência de censura são destaques deste sistema.
A implantação desse novo modelo expôs a hipocrisia das agências de checagem centralizadas. Com as agências centralizadas, a impressão de que se tinha nas redes sociais era de que a esquerda era a própria Verdade revelada no Sinai, enquanto a direita era um poço de irracionalismo, fake news, ódio e “desinformação” (como viramos especialistas em termos que nos mandam repetir). A transparência proporcionada pelo novo sistema, onde qualquer usuário pode verificar a veracidade da informação, contrasta com o monopólio da verdade imposto pelas agências centralizadas.
A resistência de políticos, burocratas e grandes empresas de mídia à adoção do sistema de notas da comunidade é compreensível. Assim entendemos o segundo motivo, além da censura envergonhada, para testemunharmos políticos, burocratas e agentes da velha mídia defendendo tanto o modelo da “moderação de conteúdo”, das “agências de checagem de fatos” e, claro, da “regulamentação das redes sociais” (como viramos especialistas em palavras longas para censura!). Não é apenas censurar o próximo. Trata-se também de esconder que mentem — seja como loucura ou com método. A transparência proporcionada pela descentralização expõe a fragilidade dos discursos e a manipulação de narrativas.
A defesa da regulamentação das redes sociais por parte desses grupos é vista por alguns como uma tentativa de manter o controle da narrativa e silenciar vozes dissonantes. A experiência com as agências de checagem centralizadas durante a pandemia de 2020 revelou a falibilidade desse sistema e a necessidade de uma abordagem mais transparente e descentralizada. A ascensão do sistema de notas da comunidade é vista como uma vitória para a liberdade de expressão e a busca por informações mais precisas, embora isso seja inconveniente para muitos.
A discussão sobre a moderação de conteúdo nas redes sociais não se limita à questão técnica; envolve o poder, a influência e o controle da narrativa. A preferência por um sistema descentralizado reflete uma luta ideológica e uma busca por informações mais verdadeiras, e menos controladas por interesses específicos.
Em resumo, a batalha pela moderação de conteúdo é uma luta entre a centralização controlada por grandes corporações e a descentralização que permite um controle compartilhado por parte dos usuários. A eficácia e a transparência de cada sistema se tornam a linha divisória entre liberdade de expressão e manipulação informacional.
Não houve comentário, obviamente, sobre as próprias organizações Globo possuírem sua autointitulada agência de “checagem de fatos”, a “É fato ou fake?”, que possui bots no Facebook e no Twitter vigiando conteúdos. Ou seja, a empresa faz uma alegação pro domo sua, em defesa de seus próprios interesses. conclui-se em um ponto relevante da notícia.*Reportagem produzida com auxílio de IA






