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Urgente: Mais prisões em caso de assassinato de delator do PCC

Por Redação
Urgente: Mais prisões em caso de assassinato de delator do PCC
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A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo prendeu, na noite de terça-feira (21/01/2025), o terceiro policial militar suspeito de envolvimento na morte do delator do PCC, Antônio Vinicius Gritzbach. O soldado Ruan Silva Rodrigues foi detido no 20º Batalhão e transferido para o Presídio Militar Romão Gomes.

Gritzbach, Antônio Vinicius Gritzbach, foi executado em 8 de novembro de 2024, no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Segundo as investigações, Rodrigues participou diretamente do crime ao lado do cabo Denis Martins, preso preventivamente em 17 de janeiro, e do tenente Fernando Genauro, preso em 18 de janeiro, suspeito de ter dirigido o veículo usado na fuga.

A geolocalização dos celulares dos três policiais comprova a presença deles no aeroporto no momento do assassinato, conforme divulgado pelo portal g1. Este caso já resultou na prisão de outros 16 policiais militares na semana anterior, relacionados ao mesmo crime.

"A geolocalização dos celulares dos três mostra que eles estavam no aeroporto no momento do crime." concluiu o portal g1.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo, Ruan Silva Rodrigues foi preso em Osasco, em cumprimento a um mandato de prisão temporária.

Além dos policiais, outras prisões foram realizadas. Na sexta-feira (17/01/2025), um estudante de Direito, Marcos Soares Brito, foi preso por supostamente auxiliar na fuga de um olheiro do PCC, Kauê Amaral Coelho, cuja namorada, a modelo Jackeline Moreira, também foi detida. Um homem suspeito de ser atirador, policial militar da ativa, e mais 14 agentes, incluindo dois tenentes, também foram presos por envolvimento em um esquema de escolta para Gritzbach, com suas prisões mantidas após audiência de custódia.

Antônio Vinicius Gritzbach era um importante delator que fornecia informações sobre lavagem de dinheiro do PCC em São Paulo, especificamente nos negócios da facção na região do Tatuapé. Seu acordo de delação premiada, fechado em abril de 2024, resultou em uma recompensa de R$ 3 milhões pela sua cabeça oferecida pelo PCC.

Seu envolvimento com o crime organizado começou quando trabalhava como corretor de imóveis. Ele é acusado de ordenar a morte de Anselmo Bechelli Santa Fausta ("Cara Preta") em 2021, após um desfalque de R$ 100 milhões em criptomoedas. Este crime também vitimou Antonio Corona Neto ("Sem Sangue"), segurança de "Cara Preta". O executor, Noé Alves Schaum, foi posteriormente capturado, julgado e morto pelo PCC.

"Gritzbach era um corretor de imóveis da construtora Porte Engenharia quando conheceu o grupo de traficantes de drogas de Anselmo Bechelli Santa Fausta, o "Cara Preta"." disse a Redação Oeste.

A investigação continua, com as autoridades buscando esclarecer completamente o caso e punir todos os envolvidos.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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