A corrida tecnológica por dispositivos que possam um dia substituir os smartphones está acirrada. Gigantes como a Meta, liderada por Mark Zuckerberg, investem pesado em óculos inteligentes, com Zuckerberg prevendo sua substituição dos celulares até 2030.
Apesar do lançamento dos óculos Ray-Ban Stories pela Meta, uma nova empresa, a Halliday, surgiu como forte concorrente.
No CES 2025, a Halliday apresentou seus óculos inteligentes com um diferencial marcante: um display invisível integrado à armação. Isto resulta em um dispositivo de apenas 35 gramas, significativamente mais leve que os óculos da Meta.
"Essa tecnologia substituirá os celulares até a década de 2030." concluiu Zuckerberg.
Os óculos Halliday oferecem recursos como traduções em tempo real, notificações e navegação passo a passo, além de ajuste de lentes para diferentes necessidades visuais através de um dial inovador.
A tecnologia da Halliday inclui um módulo óptico de 3,6 mm, o menor do mundo, permitindo projeção de informações nítidas sem atrapalhar a visão. O recurso "Digi Window" aprimora a leitura de textos e gráficos.
Funcionalidades como teleprompter e leitura de mensagens foram demonstradas durante a CES, mostrando o potencial da tecnologia. O preço de lançamento, entre US$ 369 e US$ 489, posiciona o produto como premium.
Apesar dos avanços, a substituição total dos smartphones ainda é um desafio. A popularidade e a integração dos smartphones em nossas vidas exigem praticidade e preços acessíveis para que os óculos inteligentes se tornem a escolha principal.
A entrada da Halliday no mercado, desafiando empresas como Meta, Google e Apple, demonstra que inovações disruptivas podem vir de empresas menores, pressionando as gigantes a se adaptarem e melhorarem seus produtos.
A capacidade de resolver problemas de peso e conforto, integrando a tecnologia ao cotidiano sem complicações, é uma perspectiva promissora para o futuro dos óculos inteligentes e da tecnologia vestível.
*Reportagem produzida com auxílio de IA






