Pimentas Agora

Polícia

Defesa de cabeleireira condenada no 8/1 aguarda progressão de regime

Por Redação
Defesa de cabeleireira condenada no 8/1 aguarda progressão de regime
Anúncio

A defesa da cabeleireira Débora dos Santos, de 39 anos, expressou seu posicionamento nesta terça-feira, 19 de setembro de 2024, após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que rejeitou os embargos infringentes apresentados no processo. Os advogados informaram que, com o esgotamento dos recursos na Corte, aguardam agora a progressão de regime, que está em análise.

Com a exceção de Luiz Fux, a maioria da 1ª Turma do STF condenou a paulista de Paulínia a 14 anos de prisão devido aos eventos de 8 de janeiro de 2023. Durante a manifestação, Débora escreveu, com batom, a frase "perdeu, mané" na Estátua da Justiça, um ato que ganhou notoriedade.

Em nota assinada por Hélio Júnior e Taniéli Telles, obtida em primeira mão pela Revista Oeste, a defesa ressaltou que o trabalho em favor de Débora dos Santos continuará.

"Reafirmamos nosso compromisso de lutar incansavelmente pela justiça e pela dignidade de Débora" - afirmaram os advogados de Débora.

O comunicado também enfatiza que todas as medidas jurídicas cabíveis estão sendo adotadas para tentar garantir a liberdade da ré.

Quem é Débora dos Santos

Casada com o pintor Nilton Cesar, Débora dos Santos é mãe de duas crianças, uma de 6 e outra de 9 anos. Além de suas responsabilidades familiares, Débora é uma pessoa religiosa e frequentava a Igreja Adventista do 7° Dia antes de ser presa.

No ano passado, os filhos de Débora dos Santos gravaram um vídeo que circulou nas redes sociais, no qual fizeram um apelo à Justiça pela soltura da mãe. Parlamentares como os deputados federais Gustavo Gayer (PL-GO) e Bia Kicis (PL-DF) compartilharam o vídeo, buscando aumentar a visibilidade do caso e sensibilizar a opinião pública.

O caso de Débora dos Santos gerou debates sobre a proporcionalidade da pena e a situação de pessoas que participaram dos atos de 8 de janeiro. A defesa continua a trabalhar para buscar alternativas legais que possam reduzir sua pena e permitir que ela retorne ao convívio familiar o mais breve possível.

Anúncio

Outras Notícias

Anúncio