O Ministério Público Federal (MPF) foi instado a tomar medidas em relação às condutas do ex-juiz e senador Sergio Moro, com base em um documento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Um pedido formal foi protocolado, requerendo que o MPF exerça seu papel de fiscal da lei e investigue as alegações apresentadas, que podem comprometer a imparcialidade do Judiciário.
"É fundamental que o Ministério Público Federal cumpra seu papel constitucional de fiscal da lei e adote providências." argumentou o criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro na petição.
O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, argumentou que as evidências apresentadas representam uma ameaça à legalidade e à imparcialidade do Judiciário.
Em abril de 2024, Moro se manifestou sobre o relatório, negando qualquer irregularidade e classificando o documento como “mera ficção”.
"Mera ficção." - Sergio Moro sobre o relatório do CNJ.
O caso segue em aberto, aguardando o posicionamento e as ações do Ministério Público Federal diante das denúncias apresentadas.
*Reportagem produzida com auxílio de IA






