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EUA e Ucrânia Firmam Acordo Estratégico em Recursos Naturais

Por Redação
EUA e Ucrânia Firmam Acordo Estratégico em Recursos Naturais
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Os Estados Unidos e a Ucrânia formalizaram um acordo que concede aos EUA acesso prioritário a projetos de investimento focados no desenvolvimento dos recursos naturais ucranianos. O acordo abrange setores como alumínio, grafite, petróleo e gás natural.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o conselheiro econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, manifestaram otimismo quanto ao progresso no alívio das tensões comerciais. Hassett mencionou discussões preliminares entre os governos sobre tarifas e um sinal positivo na flexibilização de impostos da China sobre alguns produtos americanos.

A China, por sua vez, expressou descontentamento com as tarifas impostas, considerando-as uma forma de intimidação que não impede o crescimento de sua economia. Pequim tem mobilizado a condenação global e pública das restrições às importações.

Em resposta às tarifas, a China estabeleceu uma lista de produtos americanos isentos de suas tarifas retaliatórias de 125%, incluindo produtos farmacêuticos, microchips e motores a jato.

Bessent destacou a necessidade de reduzir as altas tarifas (145% pelos EUA e 125% pela China) para iniciar negociações. Ele expressou confiança na disposição chinesa em chegar a um acordo, prevendo um processo gradual para alcançar um acordo comercial mais amplo.

"Estou confiante de que os chineses vão querer chegar a um acordo. E, como eu disse, este será um processo de várias etapas. Primeiro, precisamos reduzir a tensão e, com o tempo, começaremos a nos concentrar em um acordo comercial mais amplo." disse Bessent.

Uma das primeiras medidas seria revisitar o não cumprimento pela China dos compromissos de compra de produtos americanos no acordo comercial de "Fase 1" de Trump em 2020. O acordo previa um aumento anual de US$200 bilhões nas compras chinesas de produtos e serviços agrícolas e manufaturados dos EUA ao longo de dois anos.

Bessent também mencionou barreiras comerciais não tarifárias e roubo de propriedade intelectual como parte das negociações tarifárias com a China.

"Eles nos vendem cerca de cinco vezes mais do que nós vendemos a eles. Então, suas fábricas estão fechando neste exato momento. Estamos entrando na temporada de festas. Os pedidos já estão sendo feitos para isso. Então, se esses pedidos não forem feitos, pode ser devastador para os chineses." afirmou Bessent.

Pequim tem demonstrado resistência, com o Ministério das Relações Exteriores comparando ceder às tarifas de Trump a "beber veneno".

Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, declarou que não houve consultas ou negociações entre a China e os EUA sobre tarifas. Autoridades chinesas reiteram que estão abertas a negociações baseadas na igualdade, respeito e benefício mútuo.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

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