“Sua escrita abre fendas simbólicas, cortes subjetivos que nos fazem enxergar o que estava oculto, dentro do texto, dentro da vida, dentro de nós. Seu estilo, para mim. é de rasgo na linguagem. Ela desconstrói frases, desmonta significados, faz da palavra um corpo vivo, pulsante, orgânico. Sua literatura não segue um caminho linear, mas se fragmenta em fluxo contínuo", afirmou.
Segundo a presidente do Instituto CCR, Renata Ruggiero, o Projeto Centenários foi criado para transformar as estações em espaços vivos de cultura e conhecimento, conectando milhões de pessoas ao legado de grandes artistas brasileiros.
“Mais do que uma homenagem, queremos que essas exposições sejam pontos de encontro e troca, onde o público possa se inspirar e interagir com a arte e a literatura de forma acessível. O incentivo à leitura e à doação de livros é uma extensão desse compromisso, permitindo que mais pessoas tenham acesso a obras que marcam gerações e enriquecem nossa identidade cultural”, disse.






